Você vê, Você sente. Depois não vê, Você sente. Não vê por muito tempo, Ressente (sente); e depois, não sente. Vê o tempo todo, Não sente mais; e depois, sente falta.
Arquivo da categoria ‘Poesia’
Paixão em elipses
Publicado em Poesia em março 8, 2012 | 1 Comentário »
És verde ainda
Publicado em Poesia em setembro 27, 2009 | Deixar um comentário »
Erros são meus. Berros são seus. Dor é minha. Medo é Deus; A cor da caminha. É verde, Tiago, Ainda.
Mal dito (junho de 2004)
Publicado em Poesia em agosto 18, 2009 | Deixar um comentário »
Outra que vem da “digitalização” dos meus arquivos (do pouco que sobrou deles, já que perdi a maior parte). Rá, parece que minha sorte com mulheres não estava muito diferente na época: Mal Dito Ninguém nunca me diz tudo que quero saber Ninguém de fato fala (e se entrega), na sinceridade. E quando, diferentemente, o [...]
(Des)culpa
Publicado em Poesia em julho 20, 2009 | Deixar um comentário »
Como é bom o erro justificado. Foi impressão negativa que se confia. Quando se confirma o avesso, O teso deixo apodrecer. A culpa – finalmente – não é minha, Errar foi acertar ao me ser. PS: E o pavio, meus caros, volta a estar aceso.
As ditaduras e o meu texto
Publicado em Poesia em maio 23, 2009 | 3 Comentários »
As ditaduras e o meu texto Ando pobre. Não que falte dinheiro (e nem que sobre). É carência de chance de mudar. Talvez idade, conveniência. Metade é falta de competência. E da outra metade, muito maior, Me dá saudade rasgar. Pronto para tudo. Mas puto: acontece nada. Hoje, não ter frescura, Sorrir cuspe para adversidade, [...]
Carência (2002)
Publicado em Poesia em abril 15, 2009 | 1 Comentário »
Carência, Estado de demência emocional. Se o sentimento já nem pensa, Imensa é a vontade da entrega, E nem por paixão cega, Por necessidade irracional. E quem, Já acostumado ao carinho Ficou de lado, sozinho, Sem ninguém A falta que faz, O vazio no peito. A desculpa loquaz Pra mais um a mais Amor sem [...]
Relógio(s)
Publicado em Poesia em abril 6, 2009 | Deixar um comentário »
Relógio(s) Um relógio, às vezes, é um egoísmo. O tempo é sempre de cada um Mas, posto que dois juntos, em altruísmo, Não são apenas um mais um, A sua hora vertida em nossa É ponteiro indicando o abismo. Diferentes compassos, No meu e no seu braço , Pedem um ajuste à prova de avaria. [...]